Emoções
As emoções
que dançam no meu peito,
desígnio de um amor
perfeito.
São como palavras
que pairam no ar
ainda por inventar.
É o querer estar sempre
enamorada
ao ritmo dessa dança
apaixonada.
"Célia"
As emoções
que dançam no meu peito,
desígnio de um amor
perfeito.
São como palavras
que pairam no ar
ainda por inventar.
É o querer estar sempre
enamorada
ao ritmo dessa dança
apaixonada.
"Célia"
Quando na vida somos confrontados com realidades bem diferentes da nossa, fica no ar a questão: porque será a vida tão ingrata para uns e tão sorridente para outros? Existem pessoas que parece nascerem sem sorte nenhuma e assim vão vivendo, com o azar sempre ao virar da esquina...
Tenho tido alguns testemunhos de vidas bem difíceis, realidades que estão muito mais perto do que poderão imaginar. Basta olhar ao nosso redor e encontramos situações bem complicadas.
Quem nasceu em berço de ouro nem faz uma pequena ideia da dura realidade de muita gente, para quem a vida é muito ingrata. Não basta as dificuldades financeiras, como parece que até existe uma espécie de conspiração à própria felicidade.
O nosso país está recheado de pessoas que vivem apenas para sobreviverem (olhem que não falo só no campo financeiro, mas na própria dignidade humana). É uma luta constante para vencer mais um penoso dia. São pessoas que para além de não terem uma situação financeira estável também não são afortunadas no campo amoroso. A exemplo disso está o insucesso profissional, as más relações familiares e sociais (os filhos são os que mais sofrem).
A todos os que lêrem este texto, peço para olharem ao vosso redor e estenderem (caso queiram) uma mão a quem a vida não sorri tanto. Fiquem atentos, porque não é preciso ir muito longe. Quem sabe, talvez o vizinho, ou colega de trabalho não passe por uma situação semelhante á que referi! Para ajudar alguém, não é preciso pensar apenas nos que vivem nos paises chamados do terceiro mundo, mas também naqueles para quem a vida é mais ingrata e que estão mesmo ao nosso lado.
"Célia"